
You know what….
Take a shower, wash off the day. Drink a glass of water. Make the room dark. Lie down and close your eyes.
Notice the silence. Notice your heart. Still beating. Still fighting. You made it, after all. You made it, another day. And you can make it one more.
You’re doing just fine.
Ultimamente me sinto pesada como um chumbo. Se me jogarem em uma poça rasa eu afundo. Nado contra o mundo, e ele continua a me engolir em frações de segundos. Sou um morador de rua, mas com a alma nua de tanto chorar. Vivo a beber da cachaça chamada saudade, que desce em minha garganta a dentro. Fazendo do meu peito um embriagado nas noites frias sem alento.
Se não for agora, te espero lá fora, então deixe me ir.
Eu continuo sem saber que maravilha a vida poderia me reservar se eu não me protegesse tanto.
Eu lutei por você, estava lá quando ninguém mais estava, te ouvi, tentei entender, nem por um minuto quis admitir que não ia dar certo, porque mais que você, eu tinha fé na gente. Talvez ainda tenha, e isso me incomoda, a gente é cheio de “talvez.” “Se…” “Sei lá.” “É assim que tem que ser.” Mas, me sinto em uma corda bamba, andando com a ideia de que posso cair a qualquer momento. Não sei quem vai estar contigo quando eu realmente me cansar disso, espero que seja alguém com muita paciência. Alguém que te faça lembrar de mim, todos os dias. Só assim você vai perceber que eu não sou como ninguém, e que ninguém vai conseguir ser como eu.
Medo, coragem.
Medo e coragem.
Me dou coragem.
Eu sei que você me abandonou, mas se sentir saudades você pode me procurar. Sim, eu sou um otário.
Me apaixono fácil, me entrego fácil, ponho tudo a perder muito fácil.